quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
Artigo de opinião
O desafio de viver em Sabóia com mobilidade reduzida
E Sabóia não é exceção, muito pelo contrário, maior parte dos locais públicos onde uma pessoa “normal” consegue entrar e sair com facilidade, circular à vontade dentro do espaço, e até mesmo ir à casa de banho, para uma pessoa com mobilidade reduzida estes mesmos atos tornam-se bastante difíceis.
Em Sabóia as pessoas com mobilidade reduzida não podem ir aos sítios mais comuns e de primeira necessidade, como os supermercados, correios, o banco, Junta de freguesia… que deveriam ser de fácil acesso para todas as pessoas.
Depois de realizada uma saída em torno da aldeia de Sabóia com a Escola básica de Sabóia n.º1, verificámos que apenas o lar de idosos (Associação D. Ana Pacheco) é completamente adequado a pessoas com mobilidades reduzidas, ou seja, a entrada é acessível para uma pessoa em cadeira de rodas, tem lugar de estacionamento reservado para pessoas com fraca mobilidade, o local tem casa de banho onde entra e circula uma cadeira de rodas e dentro do local é possível uma cadeira de rodas circular livremente sem obstáculos. Também observámos que a farmácia é maioritariamente adequada às necessidades de pessoas com fraca mobilidade no entanto não tem lugar de estacionamento reservado para pessoas com mobilidade reduzida.
Na nossa opinião, deveríamos colaborar com a junta de freguesia de Sabóia para juntamente com ela realizar vários projetos que contribuíssem para melhorar o dia-a-dia das pessoas com essas necessidades. Como a construção de rampas à entrada dos locais onde se verificou não haver esse tipo de acessibilidade, alargar as entradas e os espaços interiores dos locais onde não foi, sequer possível, uma cadeira de rodas se deslocar lá dentro o que dificulta imenso a movimentação e deslocação do indivíduo.
Concluindo, Sabóia não é uma aldeia que esteja consciente das necessidades que as pessoas com mobilidade reduzida apresentam e é mandatório melhorar as instalações públicas e de uso comum. Deve ser tratado de forma igual o que é igual e de forma desigual o que é desigual, é fundamental respeitar o direito da igualdade.
Trabalho realizado por: Afonso Cheta n.º1 / Gabriel Coelho n.º4 / Simão Dias n.º9
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
sábado, 30 de novembro de 2019
terça-feira, 19 de novembro de 2019
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
domingo, 27 de outubro de 2019
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
9.º Ano
Olá, eu sou o Simão, agora estou no 9.º Ano, daqui para a frente vou publicar trabalhos relacionados com os conteúdos que vão sendo dados à medida do ano. Espero que sejam adequados ás vossas necessidades.
domingo, 16 de junho de 2019
Esquema sobre classificação dos recursos naturais
Recursos Renováveis Recursos não renováveis
- Energia do sol - Carvão, petróleo e gás natural
- Calor do interior da Terra - Minerais radiativos
- Água - Rochas e minerais
- Vento - Solo
- Hidrogénio
- Biomassa
- Seres vivos
Recursos energéticos Recursos não energéticos
- Energia do sol - Seres vivos
- Calor do interior da Terra - Rochas e minerais
- Força da água - Solo
- Força do vento
- Hidrogénio ↓
- Biomassa
- Carvão, petróleo e gás natural - Recursos florestais
- Minerais radiativos - Recursos cinegéticos
- Recursos pecuários
- Recursos agrícolas
- Recursos marinhos
- Energia do sol - Carvão, petróleo e gás natural
- Calor do interior da Terra - Minerais radiativos
- Água - Rochas e minerais
- Vento - Solo
- Hidrogénio
- Biomassa
- Seres vivos
Recursos energéticos Recursos não energéticos
- Energia do sol - Seres vivos
- Calor do interior da Terra - Rochas e minerais
- Força da água - Solo
- Força do vento
- Hidrogénio ↓
- Biomassa
- Carvão, petróleo e gás natural - Recursos florestais
- Minerais radiativos - Recursos cinegéticos
- Recursos pecuários
- Recursos agrícolas
- Recursos marinhos
sábado, 15 de junho de 2019
quinta-feira, 13 de junho de 2019
terça-feira, 2 de abril de 2019
Gestão dos ecossistemas e desenvolvimento sustentável - Texto de opinião
Desde que surgiu o ser humano, este sempre explorou os recursos dos ecossistemas, energéticos e materiais, para satisfazer as suas necessidades. Com a melhoria das condições de vida, avanços na medicina, aos novos métodos de comunicar e ter acesso a coisas que antes não se conseguia, verificou-se um aumento populacional. Com mais população existe um maior consumo dos recursos naturais.
Na sociedade humana atual verifica-se que a população cresce à custa de um consumo intensivo e sem controlo dos recursos que existem nos ecossistemas, o que levará ao seu esgotamento e ao colapso das próprias sociedades humanas e do ambiente, porque os recursos naturais são finitos.
Para isso não acontecer o nosso modo de vida devia ser sustentável, ou seja, devíamos procurar satisfazer as necessidades das gerações atuais sem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.
Para determinarmos a quantidade de recursos que precisamos para suportar o nosso estilo de vida, foi criado o conceito de pegada ecológica, ou seja, corresponde ao tamanho, em hectares, das áreas produtivas necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam os estilos de vida de cada pessoa. Quando calculamos a nossa pegada ecológica temos que ter em conta vários aspetos, como por exemplo, quantas pessoas moram em minha casa, em que tipo de casa eu vivo, quantos sacos de lixo é que produzo por semana, quantas refeições de carne ou peixe eu como por semana e como vou para o emprego.
Também podemos afirmar que os ecossistemas trazem enormes benefícios ao ser humano. São os serviços dos ecossistemas os benefícios que os seres humanos obtêm dos ecossistemas. Podem ser classificados em serviços de produção, que oferecem bens como os alimentos, a água, a madeira, as fibras e os combustíveis, serviços de regulação, que controlam o clima, a qualidade da água, a polinização e a disseminação de doenças, serviços de suporte, que incluem a fotossíntese, a formação dos solos e a reciclagem dos nutrientes, e serviços de cultura, que englobam as atividades recreativas e as experiências estéticas e espirituais das pessoas. Assim podemos dizer que a biodiversidade encontra-se na base de todos os serviços fornecidos pelos ecossistemas e o bem-estar humano depende da existência e da qualidade desses serviços.
Então reafirmamos que a proteção dos ecossistemas, uma melhor produção e um consumo moderado, sustentados na valorização da natureza e na partilha de recursos, são opções necessárias à conservação dos ecossistemas e dos seus serviços.
Na sociedade humana atual verifica-se que a população cresce à custa de um consumo intensivo e sem controlo dos recursos que existem nos ecossistemas, o que levará ao seu esgotamento e ao colapso das próprias sociedades humanas e do ambiente, porque os recursos naturais são finitos.
Para isso não acontecer o nosso modo de vida devia ser sustentável, ou seja, devíamos procurar satisfazer as necessidades das gerações atuais sem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.
Para determinarmos a quantidade de recursos que precisamos para suportar o nosso estilo de vida, foi criado o conceito de pegada ecológica, ou seja, corresponde ao tamanho, em hectares, das áreas produtivas necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam os estilos de vida de cada pessoa. Quando calculamos a nossa pegada ecológica temos que ter em conta vários aspetos, como por exemplo, quantas pessoas moram em minha casa, em que tipo de casa eu vivo, quantos sacos de lixo é que produzo por semana, quantas refeições de carne ou peixe eu como por semana e como vou para o emprego.
Também podemos afirmar que os ecossistemas trazem enormes benefícios ao ser humano. São os serviços dos ecossistemas os benefícios que os seres humanos obtêm dos ecossistemas. Podem ser classificados em serviços de produção, que oferecem bens como os alimentos, a água, a madeira, as fibras e os combustíveis, serviços de regulação, que controlam o clima, a qualidade da água, a polinização e a disseminação de doenças, serviços de suporte, que incluem a fotossíntese, a formação dos solos e a reciclagem dos nutrientes, e serviços de cultura, que englobam as atividades recreativas e as experiências estéticas e espirituais das pessoas. Assim podemos dizer que a biodiversidade encontra-se na base de todos os serviços fornecidos pelos ecossistemas e o bem-estar humano depende da existência e da qualidade desses serviços.
Então reafirmamos que a proteção dos ecossistemas, uma melhor produção e um consumo moderado, sustentados na valorização da natureza e na partilha de recursos, são opções necessárias à conservação dos ecossistemas e dos seus serviços.
sábado, 23 de março de 2019
Reflexão sobre a ação humana nos ciclos da matéria
Como os recursos da Terra são finitos, a vida depende da reciclagem equilibrada que deve ocorrer nos ciclos da matéria.
A interferência da ação humana nos ciclos da matéria pode modificar o seu funcionamento, que traz grandes consequências para os ecossistemas.
Por exemplo:
- A produção de fertilizantes industriais, que vão ser aplicados em campos agrícolas, esses que vão ser arrastados pelas chuvas para os cursos de água que vai levar à eutrofização, por ter grandes quantidades de nitratos.
- A desflorestação, ao abater grandes áreas florestais leva à diminuição da produção de oxigénio, logo, à diminuição da absorção de dióxido de carbono, que por sua vez faz com que haja mais dióxido de carbono na atmosfera que leva a um maior aquecimento global.
- A queima de combustíveis fósseis, provoca a libertação de grandes quantidades de carbono para a atmosfera, também são libertados gases azotados que afetam a camada de ozono e originam chuvas ácidas.
Podemos concluir que a ação humana nos ciclos da matéria interfere negativamente, e que temos que pensar sobre as escolhas feitas pois todos os resultados da influência humana estão interligados.

https://goo.gl/5kVCqe
A interferência da ação humana nos ciclos da matéria pode modificar o seu funcionamento, que traz grandes consequências para os ecossistemas.
Por exemplo:
- A produção de fertilizantes industriais, que vão ser aplicados em campos agrícolas, esses que vão ser arrastados pelas chuvas para os cursos de água que vai levar à eutrofização, por ter grandes quantidades de nitratos.
- A desflorestação, ao abater grandes áreas florestais leva à diminuição da produção de oxigénio, logo, à diminuição da absorção de dióxido de carbono, que por sua vez faz com que haja mais dióxido de carbono na atmosfera que leva a um maior aquecimento global.
- A queima de combustíveis fósseis, provoca a libertação de grandes quantidades de carbono para a atmosfera, também são libertados gases azotados que afetam a camada de ozono e originam chuvas ácidas.
Podemos concluir que a ação humana nos ciclos da matéria interfere negativamente, e que temos que pensar sobre as escolhas feitas pois todos os resultados da influência humana estão interligados.

https://goo.gl/5kVCqe
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
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