Desde que surgiu o ser humano, este sempre explorou os recursos dos ecossistemas, energéticos e materiais, para satisfazer as suas necessidades. Com a melhoria das condições de vida, avanços na medicina, aos novos métodos de comunicar e ter acesso a coisas que antes não se conseguia, verificou-se um aumento populacional. Com mais população existe um maior consumo dos recursos naturais.
Na sociedade humana atual verifica-se que a população cresce à custa de um consumo intensivo e sem controlo dos recursos que existem nos ecossistemas, o que levará ao seu esgotamento e ao colapso das próprias sociedades humanas e do ambiente, porque os recursos naturais são finitos.
Para isso não acontecer o nosso modo de vida devia ser sustentável, ou seja, devíamos procurar satisfazer as necessidades das gerações atuais sem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.
Para determinarmos a quantidade de recursos que precisamos para suportar o nosso estilo de vida, foi criado o conceito de pegada ecológica, ou seja, corresponde ao tamanho, em hectares, das áreas produtivas necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam os estilos de vida de cada pessoa. Quando calculamos a nossa pegada ecológica temos que ter em conta vários aspetos, como por exemplo, quantas pessoas moram em minha casa, em que tipo de casa eu vivo, quantos sacos de lixo é que produzo por semana, quantas refeições de carne ou peixe eu como por semana e como vou para o emprego.
Também podemos afirmar que os ecossistemas trazem enormes benefícios ao ser humano. São os serviços dos ecossistemas os benefícios que os seres humanos obtêm dos ecossistemas. Podem ser classificados em serviços de produção, que oferecem bens como os alimentos, a água, a madeira, as fibras e os combustíveis, serviços de regulação, que controlam o clima, a qualidade da água, a polinização e a disseminação de doenças, serviços de suporte, que incluem a fotossíntese, a formação dos solos e a reciclagem dos nutrientes, e serviços de cultura, que englobam as atividades recreativas e as experiências estéticas e espirituais das pessoas. Assim podemos dizer que a biodiversidade encontra-se na base de todos os serviços fornecidos pelos ecossistemas e o bem-estar humano depende da existência e da qualidade desses serviços.
Então reafirmamos que a proteção dos ecossistemas, uma melhor produção e um consumo moderado, sustentados na valorização da natureza e na partilha de recursos, são opções necessárias à conservação dos ecossistemas e dos seus serviços.
Na sociedade humana atual verifica-se que a população cresce à custa de um consumo intensivo e sem controlo dos recursos que existem nos ecossistemas, o que levará ao seu esgotamento e ao colapso das próprias sociedades humanas e do ambiente, porque os recursos naturais são finitos.
Para isso não acontecer o nosso modo de vida devia ser sustentável, ou seja, devíamos procurar satisfazer as necessidades das gerações atuais sem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.
Para determinarmos a quantidade de recursos que precisamos para suportar o nosso estilo de vida, foi criado o conceito de pegada ecológica, ou seja, corresponde ao tamanho, em hectares, das áreas produtivas necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam os estilos de vida de cada pessoa. Quando calculamos a nossa pegada ecológica temos que ter em conta vários aspetos, como por exemplo, quantas pessoas moram em minha casa, em que tipo de casa eu vivo, quantos sacos de lixo é que produzo por semana, quantas refeições de carne ou peixe eu como por semana e como vou para o emprego.
Também podemos afirmar que os ecossistemas trazem enormes benefícios ao ser humano. São os serviços dos ecossistemas os benefícios que os seres humanos obtêm dos ecossistemas. Podem ser classificados em serviços de produção, que oferecem bens como os alimentos, a água, a madeira, as fibras e os combustíveis, serviços de regulação, que controlam o clima, a qualidade da água, a polinização e a disseminação de doenças, serviços de suporte, que incluem a fotossíntese, a formação dos solos e a reciclagem dos nutrientes, e serviços de cultura, que englobam as atividades recreativas e as experiências estéticas e espirituais das pessoas. Assim podemos dizer que a biodiversidade encontra-se na base de todos os serviços fornecidos pelos ecossistemas e o bem-estar humano depende da existência e da qualidade desses serviços.
Então reafirmamos que a proteção dos ecossistemas, uma melhor produção e um consumo moderado, sustentados na valorização da natureza e na partilha de recursos, são opções necessárias à conservação dos ecossistemas e dos seus serviços.